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Gato Pardo

Para quem não conhecia, saiam enquanto é tempo...Para quem já conheceu, puxem duma cadeira...Vem aí a versão 2.0...

Hic...

O meu médico recomendou-me um copo de vinho por dia. Disse que fazia bem ao sistema cardiovascular.

Não abordou foi o grau do vinho, o tamanho do copo, e quantas vezes podia encher o mesmo copo.

Resultado, estou substancialmente alegre.

Quinta da Alorna é do camandro.

 

O homem é um visionário...Idiota, mas visionário...

 

O tópico do dia nos EUA são as afirmações de Mitt Romney sobre aviões, oxigénio, altitudes e a impossibilidade de abrir janelas.

Segundo a imprensa, tudo não passou de uma piada.

Mas eu sei de fonte segura que não é bem assim.

Tal como Romney, eu sou um acérrimo defensor da abertura de janelas durante vôos de longa duração.

Isso e jogar Tetris no computador de bordo dos aviões. Muito fixe. Ou Space Invaders.

Melhor só mesmo jogar tetris no computador de bordo do avião enquanto se fuma um cigarrito com o braço de fora da janela a 10 mil metros de altitude e se tem sexo com uma hospedeira sueca para fazer parte do afamado Mile High Club. Isso era ouro sobre azul. Muito estilo mesmo.

Eu até tenho mais umas quantas sugestões sobre coisas que deveriam ser feitas e não acontecem.

- Devia ser feito um sorteio de rifas a bordo de aviões a caminho do Rio de Janeiro. O passageiro que melhor souber dançar samba teria a possibilidade de (tentar) aterrar o bicho, para alegria incontida (e terror psicológico) de todos os restantes passageiros.

- Em vez de passarem filmes ranhosos série B, deviam encher as máscaras de oxigénio com hélio e obrigar os passageiros a enfiar aquilo no trombil e recitar as passagens mais eróticas do livro "50 sombras de Grey". Levaria o sado masoquismo para outro nível.

- Devia ser permitido agendas telefónicas de 83 do território português como material de leitura nos aviões. Não para ler mas para mandar à testa dos idiotas que por vezes vão atrás de nós e passam horas a enterrar os joelhos no nosso assento. Claro que existe a probabilidade de aquilo que sentimos não serem os joelhos. Nesse caso, exijo a substituição das listas telefónicas por uma moto serra industrial para lhe cortar a gaita. E a possibilidade da abertura das janelas como diz Romney para dar de comer a dita gaita aos pelicanos.

Estudos holandeses...Sim, claro...

Um estudo de uma universidade holandesa concluiu que os homens tornam-se mais idiotas quanto mais falam com as mulheres.

Discordo em absoluto.

Os homens passam por mais idiotas do que são porque não sabem falar com as mulheres. É algo bem distinto.

Eu por exemplo, aprendo tanto com as amigas que tenho que passo por uma espécie de Ghandi com gostos musicais duvidosos.

A minha hipótese alternativa para este estudo é que tal como quase tudo que sai da Holanda, os níveis de drogas leves no sangue era sobejamente elevado quando o estudo foi levado a cabo.

Um país pejado de papoilas, com uma taxa de prostituição superior à nossa taxa de desemprego e cujo maior desastre rodoviário foi uma velhota que enfiou a bicicleta dela por uma barcaça que estava estacionada num canal...Não me venham falar em estudos.

Vão fumar uma broca que isso amanhã passa...

Um texto sério. Deve estar para cair um meteoro...

Hoje em dois momentos distintos, recordei-me de duas frases distintas...

 

“Os homens dormem com Gilda e acordam com Rita..."

Uma frase celebrizada por Rita Hayworth, protagonista do fabuloso filme "Gilda" de 1946.

 

"Greta é como a Mona Lisa - uma das grandes coisas da vida. E tão distante quanto".

Uma frase anónima que perdura no tempo acerca de Greta Garbo.

 

 

A recordação de ambas as frases foi despoletada por algo que é recorrente.

Tenho de admitir que nos tempos que correm, quanto menos partilhamos de nós, mais curiosidade isso suscita. Pior ainda se por acaso sabemos escrever e temos algum sentido de humor. Ah e claro, se formos uma gaja podre de boa isso também é capaz de ajudar.

Não é o caso. Não está nos meus planos a médio prazo fazer uma mudança de sexo.

As pessoas tendem a criar uma imagem no seu subconsciente do que desconhecem. É a forma inteligente que a mente encontra de colmatar as peças do puzzle que não estão lá. Mas é um tremendo erro tentar preencher espaços em branco quando não há sequer uma peça por onde começar. Pior ainda quando não há peças por desejo expresso do dono do puzzle. Aí torna-se simplesmente desrespeitoso.

Vejamos por exemplo as duas frases que vos apresento.

Primeiro, deixem-me desde já negar veementemente que alguma vez tenha dormido com uma Gilda e por acaso, nunca ter acordado com uma Rita. A não ser que um gajo esteja com uma piela de caixão à cova e tenha engatado a equipa de voleibol feminino da Suécia, a probabilidade de isso acontecer é diminuta. É o meu caso. Mas em abono da verdade, se tirarmos a frase do seu contexto original podemos encontrar pontos de contacto com a personagem Gato Pardo. Já ouvi as coisas mais estranhas ao longo dos anos. Que o Gato é uma mulher, que o Gato é gay, até que o Gato é o Joaquim Monchique quando não toma a medicação. O Gato é simplesmente o Gato. Uma personagem com cerca de 70% de inspiração, 20% de transpiração (que os dias têm estado quentinhos...) e 10% de irritação (porque tenho verdadeiramente mau feitio).

A segunda frase é a prova cabal que não tenho quaisquer problemas com o meu ego. Ao contrário da Greta Garbo, não tenho qualquer ponto de comparação com a Mona Lisa. Mesmo com aquele ar de quem comeu um kebab estragado, a Mona Lisa continua a ser bem mais bonita que eu. E a Greta Garbo então nem se fala. Mas sou muito bom naquilo que faço e tão distante de tudo o restante.

Quando quero, escrevo verdadeiras obras de arte de fazer chorar as pedras da calçada.

Quando quero, escrevo humor de meter cadáveres a sofrer de incontinência urinária.

Quando quero...sou extraordinariamente bom!

Neste blog, tenho o prazer de ser acompanhado por pessoas há vários anos. Curiosamente pensei que se calhar nunca lhes dei o devido valor porque nunca lhes dediquei uma verdadeira palavra de apreço pública. Fica aqui agora. Porque vocês sabem quem são (pelo menos espero que saibam). As pessoas que sempre respeitaram a minha forma de estar, o facto de escreverem para uma imagem de um Gato que com tantos anos, é provável que já tenha um valente torcicolo, que sabem que por trás de todas estas palavras está também uma pessoa mas que se contentam com o (pouco) que sabem dela.

A minha vénia a vocês.

O respeito com que sempre me trataram é mútuo.

É a palavra chave de hoje. Respeito.

Iquê? 5? Ah, sim...Aquela coisa que só falta fazer br*ches...Sim, vou já comprar meia dúzia...

Já não é o fim do mundo em cuecas...

É o fim do mundo em granny pants (para dar um toque mais dramático à coisa)!!!

A maluqueira está instalada...

Depois da Sónia Brazão e os seus desejos íntimos de fazer churrasco da vizinhança (sim, não era fazer um churrasco para a vizinhança, era tostá-los ligeiramente só para lhes dar a conhecer a sensação do que é um solário...) eis que está quase a chegar o Iphone 5.

Consta que vai ser um estouro (o que é uma desilusão para a Sónia Brazão, porque tudo que esteja abaixo de destruição massiva com bicos de gás à mistura é fraquito...).

A começar pelo preço. 800€?

Are you f*cking nuts? Mas o pessoal tem todo poços de petróleo no quintal e eu desconheço?

E as características são fantásticas...

Construção de vidro e alumínio...Hum...Portanto, no fundo é uma marquise dispendiosa. Por 800€, contrato 2 ucranianos para me fabricarem uma e andarem com ela às costas por Lisboa.

Os botões estão no mesmo sítio do Iphone 4S. A isto se chama inovação tecnológica. Uau. É quase como iniciar uma nova relação e chegar à conclusão que embora a pessoa seja diferente, o clítoris se encontra basicamente no mesmo sítio. Didn't see that one coming...

18% mais fino que o Iphone 4S. Sério, parem...Com a dificuldade acrescida em encontrar o maldito telemóvel dentro das calças, muitos homens vão passar a imagem de masturbadores crónicos e não de viciados em tecnologia. Pior ainda se o fizerem com um sorriso do tamanho do mundo...

Uma vez mais vai-se ver um porradão de gente que não tem onde cair morto a adquirir uma peça de tecnologia simplesmente porque...sim.

E vale uma aposta que muitas dessas pessoas são donas de um Iphone 4S adquirido poucos meses atrás. Mas compreendo. Não se pode fazer má figura perante os outros. Mesmo que para isso se passe fome...

Jovem, estás a ver a dobrar? Não, não são dos anti depressivos que andas a gamar à tua mãe. São mesmo duas rotundas...

António Costa é um verdadeiro visionário.

O chamado visionário idiota.

Jesus fez o milagre da multiplicação dos pães. António Costa consegui multiplicar as rotundas. Jesus conseguiu alimentar 4 mil pessoas. Consta que António Costa conseguiu lixar a vida ao dobro dessas pessoas apenas numa manhã.

Well done...

 

 

Porque a paciência tem os seus limites

Como tema deste texto, podia abordar os milhares de pessoas que por este país fora deram um enorme cartão vermelho a este governo. Podia abordar a questão do homem que se imolou em Aveiro. Até podia falar sobre os distúrbios à frente do Parlamento.

Não.

Hoje serei egoísta e vou apenas escrever sobre o meu estado de espírito.

Não sou uma pessoa fácil. Não tenho uma personalidade flexível, sou firme nas minhas convicções e as minhas certezas são as minhas leis.

Não gosto de vira casacas, hipócritas e pessoas que fogem das suas responsabilidades porque é simplesmente a decisão mais fácil de tomar.

Durante muitos anos fui apologista de que ao invés da oferenda de um peixe, era muito mais válido oferecer uma cana de pesca. Com o passar dos anos apercebi-me de que por muitas canas de pesca que oferecesse, nunca vi ninguém aprender a pescar.

Comecei a lixar-me para o assunto e para essas pessoas. Quando se tem as ferramentas certas e não se evolui enquanto pessoas, é porque simplesmente não se quer.

Não julgo as pessoas por preferirem a inércia ao crescimento psicológico.

Mas não admito que me apontem o dedo por erros que cometem sob o argumento que devia e podia ter interferido em assuntos aos quais sou alheio.

Sejamos crescidinhos.

Por muito boas pessoas que sejamos, chega um dia que até o ser humano mais razoável se farta de dar o peito a balas que não são endereçadas a ele.

 

Sim, puto...Escolheste o alentejano certo para f*der o juízo hoje...

Por estes dias, é ligeiramente difícil a uma pessoa distanciar-se de tudo o que se passa neste país.

É simplesmente mau demais.

Hoje falei com um amigo que se encontra no desemprego. É trabalhador, quer trabalhar mas simplesmente não consegue mesmo fora da sua área. A mulher dele encontra-se na mesma situação. Foi "convidada" a sair que é como quem diz, alvo de terrorismo psicológico, chantagem sistemática até que a sua empresa conseguiu os intentos. Têm 3 filhos pequenos. As perspectivas são muito negras.

Hoje (se ainda tivesse alguma dúvida que não tinha), tive a prova que infelizmente existe muita gente capaz que não tem uma oportunidade no mercado de trabalho mas mais grave, existe muito idiota que tem um trabalho mas que não é minimamente merecedor do mesmo. Aliás, é zombar de todos aqueles que passam dificuldades nos dias que correm.

Tinha uma marcação agendada com um cliente para as 13h. Cheguei cedo como habitualmente. Apresentei-me e disse ao que vinha. Contei 7 pessoas naquela chafarica. 1 a trabalhar, 5 a tagarelar e um papa açordas de merda que durante uma hora e meia não foi capaz de levantar o cú para fazer pevas.

Aquilo verdadeiramente incomodou-me. Mais ainda quando o rapazolas (sim, porque aquilo tinha ar de pré adolescente) se dirige a mim (sentado, claro está) e me pergunta:

- Desculpe, o Sr. está à espera de alguém?

- Não...Tenho apenas o hobby peculiar de ficar a olhar para pessoas que ganham vencimento para ficar sentados a ver o tempo passar...Deixe-me adivinhar, o patrão não está cá, pois não? Não, claro que não. Que pergunta idiota...

- Não, é que eu sou alentejano... - diz ele com um sorriso de escárnio.

 

(Olha que piadinha tão gira. E olha logo a quem é que a foste fazer...)

 

Perdi as estribeiras.

Entrei pelo estabelecimento dentro, passei o balcão, baixei-me para ficar ao nível dos olhos dele e sussurrei-lhe.

- Repete lá essa merda que acabaste de dizer, puto...É que não podias ter escolhido melhor pessoa para arrotar essa posta de pescada para o ar.

- ...

- Pois, bem me parecia... Deixa-me contar-te uma história que eu depois tenho uma converseta com o teu patrão. Sou alentejano. Em 18 anos de trabalho, já fiz mais na vida do que tu farás em toda a tua existência a avaliar pelo que vi na última hora e meia. Todos os alentejanos que conheço são das pessoas mais esforçadas e trabalhadoras que conheço. Tu, nem numa enxada deves saber pegar. Nunca deves ter passado fome ou conhecido o desemprego. És um menino bem. Parabéns. Mas deixo-te um aviso. Continua com essa tua maravilhosa postura de parasita social que eu terei todo o prazer em não te ver cá daqui por uns meses. E irei cumprimentar com todo o entusiasmo do mundo quem vier ocupar o teu lugar, se se revelar uma mais valia para o teu patrão. Agora, vai fazer alguma coisa de útil. Se calhar, merecer o teu vencimento...

 

E a conversa terminou ali. Ouvi muitas palavras sussurradas lá dentro mas as minhas costas são largas.

Incomoda-me a existência de parasitas. Os que retiram postos de trabalho a pessoas verdadeiramente merecedoras e os subsídiodependentes (sim, aqueles que se recusavam no passado a trabalhar e que recebem o cheque do MEU dinheiro que todos os meses me é retirado do vencimento).

E a boca dos alentejanos...

Embora as minhas raízes pertençam ao grupo das melhores anedotas nacionais, prefiro mil vezes pertencer a uma parcela da população que trabalha que nem uns cães do que a uns queques da Quinta da Marinha e arredores.

A todos aqueles que visitam este blog e que por infortúnio se encontram no desemprego, desejo-vos a melhor das sortes e que nunca percam a esperança e coragem (por muito que isso por estes dias pareça uma miragem).

E hoje é apenas isso...

 

Hoje o meu bom senso foi colocado à prova. Em questão de breves segundos tive na mão o meu destino. A minha sensibilidade a certos assuntos quase traiu os valores pelos quais me rejo.

Não convém testar ambos. E não em questão de breves segundos.

Quando eu perder o meu bom senso, a sensibilidade vai com os porcos.

E quando a sensibilidade vai com os porcos, tudo num raio de 20 kms é passível de de ser alvo de vernáculo bastante acutilante.

Há coisas que nos são ditas em determinados espaços temporais que te acompanham como uma enxaqueca ocasional. Ficam ali a gravitar ao teu redor. Hoje recordei-me de algo que me foi dito anos atrás. E embora o contexto em que as palavras foram ditas não tivesse nada a ver, foram essas mesmas palavras que hoje me impediram de puxar o gatilho verbal e possivelmente cometer uma das maiores asneiras da minha existência.

A vida é uma constante aprendizagem. E mesmo aquelas coisas que tomas como verdades absolutas, a vida encarrega-se de te espetar com idiotas à frente que só te levam a perceber o quão certo já estavas acerca de tantas coisas.

 

Eu só queria manter a forma, pá!

Nos meus tempos áureos de (pouco aplicado mas com notas bastante razoáveis) estudante, o meu professor de educação física um dia disse-me que tinha potencial para os 100 metros barreiras. Pessoalmente, sempre achei que aquele hálito a tinto carrascão lhe toldava ligeiramente o raciocínio mas passados todos estes anos, tenho de lhe dar alguma fatia de razão.

Isto porque de cada vez que decido ir fazer as corridas matinais para a praia (que são cada vez menos usuais, admito), é uma verdadeira corrida de obstáculos.

Putos com menos 30 anos que eu a correrem 30 vezes mais depressa que eu, castelos de areia que metem o Manta Beach na sola do sapato, vendedores de bolas de berlim e silicone...Muito silicone...

Tentar manter a forma é uma profissão de risco. Nunca se sabe quando um tipo vai pacatamente a controlar o ritmo cardíaco e leva com uma bola disparada de uma raquete a 300 km/h.

Damn...

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Uma caixinha catita que permite pesquisar as entranhas dos últimos anos de posts. Muito útil, principalmente porque nem eu já me lembro de metade do que escrevi...

 

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